Domingo, 26 de Setembro de 2021

Trapos&Fiapos lança Coleção Esperançar

A empresa piauiense Trapos&Fiapos, que há 36 anos transforma a matéria-prima brasileira em poesia para a casa, apresenta novos produtos exclusivos na Coleção Esperançar, pensando diretamente na nova maneira de enxergarmos a casa como casulo de proteção.

Margarida

A Coleção Esperançar surge dessa introspecção que entramos com pandemia, esse novo pensar, sentir a casa, repensar o lar. Um repensar tudo, aprender novas coisas, estar em casa, trabalhar em casa, e encarar positivamente, acreditando com fé. Esperançar é confiar com fé.”, conta Tereza do Carmo Melo, fundadora da marca.

Como toda coleção da Trapos, a Esperançar vem carregada de significados, observados durante essa época incerta da humanidade. “Aqui no Nordeste, quando a gente vê tudo cinzento, seco, a gente imagina que logo logo vai chegar a chuva para a gente plantar e as árvores frutificarem. Essa pandemia deixou tudo cinzento. Não conhecemos muito o agente dessa doença, o que sabemos é que nos trouxe muito sofrimento. Mas ficamos mais fortes depois de uma crise, vem muito aprendizado. Isso nos deu um substrato para pensar uma coleção que nos dissesse isso: que do cinza, brota o colorido, o verde, o vivo. Pensamos em uma coleção de esperança do que está por vir”, explica Tereza.

Faveira
Esperançar

O resultado é uma coleção de 5 peças, criadas com esse pensamento de observar da natureza um caminho, tão arraigado na história da Trapos.  O primeiro tapete criado é o Esperançar, onde o cinza impera, mas começa a aparecer tons de verde, como se uma nova semente medrasse no cenário acinzentado. O modelo Faveira foi inspirado na árvore de mesmo nome, que não perde a folhagem verde e tem seus galhos que se arrastam pelo solo, servindo de alimento para os animais em tempos escassos.

O tapete Margarida é relacionado à flor que está sempre viva em diferentes épocas do ano, ou seja, em diferentes adversidades. É um ciclo permanente de fertilidade. Já o modelo Mangará recria o anúncio da bananeira: quando frutifica, o “coração” da bananeira avisa a chegada do fruto.

Mangará
Salgueiro

Os modelos foram desenvolvidos em tear manual e urdidos com linha escura – diferente dos tons padrão cru ou preto – e uso de muitos tons coloridos, vivos e vibrantes, como os matizes de verde e terrosos. Tereza ainda fez interferência em alguns deles, como o Salgueiro, onde trabalhou fios coloridos sobre a trama, fazendo marcações e sombras bordadas à mão.

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