Pisos drenantes podem amenizar problemas causados pelas enchentes

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Produtos desenvolvidos para o escoamento de água em áreas externas libera o acúmulo de água nas ruas e permite a captação para reuso

Muitas cidades sofrem com o alto volume de chuva e a excessiva impermeabilização, que resultam no caos com a água das enchentes invadindo casas e estabelecimentos comerciais. Algumas soluções foram desenvolvidas para diminuir esse transtorno, favorecendo a permeabilidade do solo.

Murilo Feltran, gerente de Marketing e Produto de Materiais de Performance da BASF, explica que pisos drenantes possibilitam o escoamento imediato da água, com até 90% de permeabilidade. “Esses pisos estão entre as alternativas que podem amenizar consideravelmente os problemas de alagamentos nas cidades”, complementa.

Fotos: João Athaíde

O Elastopave® e o Concreto Permeável® são exemplos de pisos drenantes que podem ser aplicados em grandes superfícies contínuas e resistentes. O Elastopave é um composto de poliuretano para pisos drenantes – funciona como uma supercola para unir agregados diversos, como pedras e cascalhos, formando superfícies resistentes e altamente permeáveis. Por ser um agregador, ele também traz liberdade de projeto, possibilitando a escolha das cores, desenhos e tipos de agregados. O produto também impede que raízes de plantas rompam o pavimento, o que garante uma maior durabilidade quando aplicado em parques e calçadas.

Já o Concreto Permeável® é um produto com alto índice de vazios, preparado com aditivos da linha Master Builders Solutions. Tem maior resistência mecânica e acabamento rústico, ideal para áreas de grande circulação, como estacionamentos. Este tipo de concreto tem baixo consumo de água e de areia em sua produção.

Além de permitirem o escoamento das chuvas, os pisos drenantes ainda possuem outra vantagem: a possibilidade de captação e reaproveitamento da água. Por baixo do piso, é possível instalar um sistema para captar todo o escoamento da chuva, que pode ser armazenada em um reservatório para reaproveitamento. Na CasaE, casa de ecoeficiência da BASF, a economia com esse sistema pode chegar a 10 mil litros.

Fotos: divulgação/BASF

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