Eba Play apresenta linha de playgrounds criativos, feitos de madeira reflorestada, para estimular o desenvolvimento infantil, a inclusão e o livre brincar | Texto e imagens: Divulgação

Proporcionar momentos de convivência criativa, de inclusão social, de diversão e de aventuras ao ar livre entre crianças, pais e cuidadores. Essa é a proposta da Eba!, que chega ao mercado neste mês. A empresa de playgrounds criativos traz para o Brasil um conceito inovador de desenvolvimento infantil e estímulo à alegria a partir do livre brincar.

A Eba! produz brinquedos que contribuem com o desenvolvimento social, emocional, intelectual, criativo e motor dos pequenos, que proporcionam uma experiência nova a cada brincar.

Modelo de praça da Eba!, com 500 metros quadrados, 15 brinquedos totalmente diferenciados, sendo seis inclusivos.

Fundada pela advogada gaúcha Daniela Kolb, mãe de três meninos, a Eba! quer – em contato com a natureza e respeitando as limitações de cada indivíduo – auxiliar no processo de evolução dos pequenos. Feitos de madeira reflorestada, os brinquedos lúdicos, simples e colaborativos promovem a integração entre crianças de diferentes idades e habilidades e convidam pais, cuidadores e crianças a descobrir novas formas de interagir juntos, aproveitar o tempo livre, compartilhando pessoalmente conquistas e descobertas.

“Se olharmos uma criança brincando, veremos que ela inventa mil jeitos de usar um mesmo brinquedo. Um escorregador, por exemplo, não serve apenas para descer. Pode ser escalado, se transformar em uma rampa para carrinhos, com uma capa, virar uma cabana, ou, com a simples imaginação, ser um foguete. As crianças são criativas e as pracinhas padronizadas no Brasil não estimulam a imaginação infantil. Além disso, não são inclusivas. Queremos mostrar que brincar ajuda a aprender, a criar, a inovar, a respeitar o próximo. Faz parte da essência do ser humano.”, explica Daniela.

Ela diz que um dos seus sonhos com esse projeto é transformar a vida com os pequenos em menos tela e mais tempo de qualidade, com o pé no chão e a mão na massa, resgatando a vontade das crianças de saírem de casa para ir ao playground, que, hoje (ou pelo menos antes da pandemia), concorre muito com as telas. “As famílias precisam saber que toda aquela mão de obra que é sair de casa com crianças vai valer muito a pena! Além disso, as cidades precisam acolher mais. As pessoas precisam de espaços de lazer seguros, interessantes e acolhedores”, garante.

Inclusão

Uma das bandeiras da Eba! é a inclusão e a acessibilidade. Segundo Daniela, pracinhas precisam ser acessíveis a todas as crianças e promover a inclusão social integral, ou seja: todos podem brincar verdadeiramente, não apenas frequentar o mesmo espaço. “Sei que essa interação e integração é rica para todos. Não podemos privar as crianças de conviverem e brincarem juntas, apenas porque algumas são portadoras de uma condição que limite sua mobilidade, por exemplo.  Nossos brinquedos têm a intenção de mostrar que uma criança, mesmo portadora de algum tipo de deficiência física, é tão criança quanto outra: cria, sonha, imagina, inventa, sorri e se diverte. Todos nós temos nossas limitações, físicas ou não. Por isso a convivência na infância, a experiência de um brincar integral, que revele a essência de nós seres humanos, é tão importante. Entendemos que se conseguirmos mudar a percepção de mundo no playground, mudaremos o mundo”, afirma.

Daniela acrescenta que não é à toa que a Eba! está entre as três marcas nacionais com o maior número de brinquedos inclusivos, como gangorra, gira-gira, balanço adaptado, balanço ninho, skate inclusivo, painel de jogos, tirolesa inclusiva, casinha adaptada, brinquedos sonoros e sensoriais, com foco também em crianças com diagnóstico de autismo, deficiência auditiva e outros. “Nos brinquedos maiores, como o barco e a baleia, também é possível entrar com a cadeira de rodas, onde ainda tem jogos para brincar. Dentro do possível, não queremos mesmo deixar ninguém de fora.”

Na imagem, balanço inclusivo (tipo ninho, para usar sem cadeira de rodas), gangorra inclusiva (para usar com cadeira de rodas e de pé) e gira-gira inclusivo (para usar com cadeira de rodas, de pé ou sentado no banquinho de nuvem) fazem parte da lista de brinquedos inclusivos da marca. Destaque também para as mini bibliotequinhas de árvore e painel de jogos ao fundo, que são outras opções para atender, com livros e jogos na pracinha, crianças e adultos de todas as idades e habilidades. Nas pracinhas da Eba!, ninguém fica de fora.

Ela conta que a empresa já tem um projeto com orçamento aprovado para a APAE de Garopaba, em Santa Catarina, com brinquedos desenvolvidos para crianças com necessidades especiais e que o objetivo da Eba! é que escolas e praças públicas também incluam esses brinquedos em seus espaços (vídeo do projeto). 

No projeto da APAE Garopaba há um circuito superdivertido, com possibilidade de as crianças com limitações motoras serem suspensas verticalmente por um sistema de roldanas e coletes, exercitando-se e brincando no mesmo brinquedo que seus colegas! 

A história da Eba! Play

Daniela Kolb é gaúcha, de Porto Alegre, e há três anos mudou-se para a região de Garopaba, em Santa Catarina, onde mora com a família. A decisão de deixar o escritório de advocacia empresarial onde trabalhava e mudar de vida foi pensando em proporcionar aos filhos mais contato com a natureza e dar vida à Eba!. Para isso, a empresária visitou mais de 100 pracinhas ao redor do mundo em busca de referências e inspiração. Hoje, a empresa conta com uma fábrica com mais de 4 mil metros quadrados para a produção dos brinquedos.

“Priorizamos em nossos brinquedos matéria-prima natural, madeira reflorestada, no lugar do plástico. Por isso fizemos parceria com uma madeireira local, que utiliza energia solar e tem um propósito ambiental parecido com o nosso. Ainda não conseguimos evitar o plástico bolha, por exemplo, mas contamos com uma solução de logística reversa que faz a compensação ambiental das embalagens que utilizamos, reciclando embalagens equivalentes a 100% das embalagens que colocamos no meio ambiente. Ainda temos muito a melhorar!

A Bale, a Baleia da Eba!, além de linda e de emocionar as crianças, possui uma superescalada de cordas e um escorrega radical. Também pode ser escalada até seu chafariz, onde tem dois tubos para escorregar para seu interior! Os menores podem pular em suas nadadeiras com molas e espiar pelos olhinhos pivotantes. E mais: crianças usuárias de cadeira de rodas podem ingressar na baleia e brincar em jogos inclusivos e sensoriais.

Mercado em expansão

Daniela comenta que nesses dois anos de construção da empresa realizou uma pesquisa de mercado a qual aponta que a maioria dos pais de crianças de até 10 anos está disposta a se deslocar até 30 minutos a mais para ir a alguma escola, restaurante ou espaço comercial que possua um Playground Criativo. Aproximadamente 50% dos que responderam à pesquisa disseram estar dispostos a pagar 10% a mais se o espaço oferecer um play criativo; e os outros 50% afirmaram pagar até 20% a mais do que em outro espaço do mesmo nível por um lugar criativo para as crianças. “Existe demanda e existe espaço para inovar. As crianças merecem lugares diferenciados para brincar. Especialmente com a pandemia, as pessoas estão cada vez mais se dando conta de que o brincar ao ar livre e espaços criativos são uma necessidade humana e, consequentemente, uma obrigação dos órgãos públicos e também uma forma de alavancar negócios e turismo”, completa Daniela.

Pandemia e brincar em casa

A bandeira da Eba! sempre foi resgatar o gosto pela pracinha e a convivência ao ar livre. A pandemia, porém, adiou os planos da empresa de lançar um playground diferenciado, em um local turístico de referência para outubro deste ano. Em contrapartida, a Eba! acredita que a necessidade de ficar em casa ressaltou a importância do lazer ao ar livre, da movimentação do corpo e do contato com a natureza para manutenção do equilíbrio psíquico, emocional e físico, que sempre foram bandeiras da Eba!. “Acredito que quando as coisas acalmarem as pessoas vão focar em atividades externas e hotéis, escolas, espaços comerciais com áreas abertas e criativas serão priorizadas”, observa a fundadora da Eba!.

Segundo ela, a pandemia também fez com que a empresa buscasse inspiração para suprir a necessidade de as crianças se movimentarem e se divertirem, mesmo dentro de casa, afastando-se ao máximo possível das telas. Foi aí que nasceu a Loja on-line da Eba!, composta por brinquedos compactos, versáteis e que se conectam, formando Playgrounds modulares dentro de casa, que se revelaram excelentes opções mais acessíveis para escolas. A premissa da Eba! é de que os brinquedos para casa também permitam várias formas de brincar. Senão, conforme Daniela, invariavelmente será deixado de lado.

O Gym Kids foi pensado para caber dentro de quartos infantis e proporcionar horas de diversões a crianças de até 9 anos. Fechado, ocupa 12 cm da parede, pode ser usado para balançar, escalar, escorregar, como cabana e como a imaginação permitir!

O risco no brincar

Todos os projetos da Eba! são inspirados em métodos de ensino consagrados no livre brincar, que é uma teoria pedagógica já reconhecida no país. Porém, a Eba! ainda tem como desafio trazer ao Brasil uma filosofia consagrada nos países europeus e orientais, pouco conhecida aqui: a teoria do “risky play” (brincar com riscos). Os especialistas dizem que um certo grau de riscos no brincar é um elemento necessário da infância. Na Inglaterra já estão se multiplicando os Adventure Playgrounds, onde as crianças chegam a brincar com fogo e serrotes. As pesquisas indicam que brincadeiras arriscadas ajudam as crianças a aprender a desenvolver resiliência e confiança. Sob esse prisma, a Eba! entende que as crianças são indivíduos capazes de ponderar e assumir riscos controlados, reconhecendo seus limites, para desenvolver suas próprias descobertas, de acordo com os níveis individuais de desenvolvimento.

“Como diz o velho ditado: aprendemos com os nossos erros. Ralar o joelho, por exemplo, ensina a criança não apenas a ter mais atenção da próxima vez, mas principalmente que a dor existe e que ela passa. E que mesmo aquele machucadinho com sangue, assustador aos olhos das crianças, vira casquinha e cicatriza, mais cedo ou mais tarde. Como tudo na vida.”, diz Daniela.

Acreditar na filosofia do Risky Play não significa que a empresa não tenha todo o cuidado com a segurança dos brinquedos. Pelo contrário, os produtos são projetados por uma equipe de arquitetura e de engenharia e passam por três etapas de verificação de segurança, além de serem adequados às normas de brinquedos e de playground.

O balanço Tuba é um dos queridinhos das crianças e permite que elas inventem mil formas de se balançar.

Para mais informações sobre a Eba! e seus produtos acesse www.ebaplay.com.br.

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