Marca apresenta projeto do biocombustível para motores de tratores agrícolas em evento

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Público terá a chance de pilotar o Simulador Marítimo, lancha virtual que reproduz o recorde de velocidade mundial na água, e conhecer o motor FPT Cursor 10.

Marca da CNH Industrial e líder em tecnologias powertrain, a FPT Industrial acelera junto com o desenvolvimento de motores eficientes e sustentáveis. A pesquisa e o debate em torno de combustíveis alternativos compõem o DNA da marca, que apresenta de 3 a 4 de setembro, em Curitiba (PR), palestra sobre o projeto de biodiesel de macaúba para motores de tratores agrícolas.

A iniciativa, coordenada pelo engenheiro Gustavo Teixeira, do Technical Center de Betim (MG), é uma das atrações do 16º Fórum SAE Brasil de Tecnologias Diesel e Alternativas para Veículos Comerciais e Fora de Estrada, um dos principais eventos técnicos do setor no Brasil que em 2019 traz o tema O Duelo entre Emissões e Eficiência Energética.

Engenheiro Gustavo Teixeira, da FPT Industrial, e o motor FPT N67 movido a biodiesel de macaúba

Além da palestra, o público que for ao espaço da FPT Industrial durante o fórum terá a chance de pilotar o Simulador Marítimo, lancha virtual que reproduz o recorde de velocidade mundial na água, e conhecer o motor FPT Cursor 10, utilizado em aplicações on-road, de transporte de cargas, off-road, de máquinas agrícolas, e geração de energia.

Projeto realizado em parceria com a PUC Minas, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Bchem Biocombustíveis, utilizando o motor FPT N67 MAR-I/Tier 3 presente nos tratores agrícolas da Case IH e New Holland Agriculture, marcas que também compõem a CNH Industrial, o biodiesel de macaúba obteve desempenho e consumo equiparáveis com o diesel comercial brasileiro, com tendência de reduções nas emissões de monóxido de carbono (CO) e de material particulado (MP). Os testes utilizaram misturas de 10% e 20% de biodiesel de macaúba em diesel fóssil – misturas conhecidas como B10 e B20, respectivamente.

Simulador virtual reproduz recorde mundial de velocidade na água

Como matéria prima, foi utilizado o óleo de macaúba extraído pela Cooper Riachão, uma cooperativa de produtores rurais da região de Montes Claros (MG). Na sequência, o biodiesel foi produzido em uma usina experimental por meio da transesterificação – reação química para a obtenção do biodiesel – e caracterizado em laboratório, atendendo aos padrões estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

“O maior desafio foi a correção da acidez do óleo, acentuada pelo armazenamento por quase um ano, para possibilitar então o processo de transesterificação”, explica Gustavo Teixeira, engenheiro da FPT Industrial e palestrante do Fórum SAE Brasil.

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