Descubra a Coleção Passaredo by OMAMA e Carlos Motta
OMAMA e Carlos Motta apresentam coleção inédita de bancos em madeiras amazônicas de manejo florestal sustentável.
OMAMA e Carlos Motta apresentam coleção inédita de bancos em madeiras amazônicas de manejo florestal sustentável.
A coleção Passaredo nasce do encontro entre a OMAMA, marca de design sediada na Amazônia com propósito socioambiental, e o arquiteto e designer Carlos Motta, unanimidade na arte da marcenaria. Com uma série numerada decinco bancos: Curió, Bem-te-vi, Juriti, Carcará e Tangará, esta coleção é uma homenagem de Motta aos pássaros que fazem das florestas amazônicas a sua morada.
Em São Paulo, a coleção estreia na Mata Lab, no Complexo Cidade Matarazzo. Já no Rio de Janeiro, em parceria com o Arquivo Contemporâneo, as peças da Passaredo estreiam no ambiente da arquiteta Gisele Taranto na CASACOR Rio, que abre para público em 15/09. Todos os modelos estão disponíveis nas seis espécies de madeira de manejo florestal sustentável trabalhadas pela OMAMA: Muirapiranga, Muiracatiara, Piquiá, Roxinho, Sucupira Preta e Preciosa. Por meio da genialidade e sensibilidade de Motta, a coleção Passaredo expressa toda a beleza e nobreza que só a madeira amazônica pode oferecer.
Madeiras nobres em peças únicas
O encontro entre OMAMA e Carlos Motta foi inesperado, uma daquelas situações da vida que parecem destinadas a acontecer no momento certo. A aproximação partiu do próprio designer, considerando a sinergia de valores e princípios sociais e ambientais que pautaram sua trajetória autoral em marcenaria.
“A madeira merece um tratamento digno, e encontrar isso na OMAMA foi muito bacana. Existe um olhar humano em cada peça, que transforma realidades e fomenta o futuro de uma Amazônia que resiste bravamente. É um design que atravessa o tempo, avesso a modismos ou tendências passageiras”, afirma Carlos Motta.
A coleção
Curió
Primeiro desenho criado por Carlos Motta para a coleção Passaredo da OMAMA, o banco Curió traz componentes únicos, todos pensados para a feitura em torno artesanal. Na base, uma esfera maciça une os três pês, como um núcleo que flutua, sustentando o conjunto com leveza. Enquanto isso, o assento ligeiramente côncavo convida a sentar e tocar a madeira amazônica, adoçada pelo acabamento manual. Uma peça que já nasce como um ícone, escultural e elegante, com presença sempre marcante onde pousar.
Bem-te-vi
Com assento redondo e quatro pés, lembrando os mais tradicionais banquinhos brasileiros, o Bem-te-vi criado por Carlos Motta tem proporções únicas. Na Coleção Passaredo da OMAMA, ele é o banco mais alto, perfeito para sentar-se à mesa, e pode transitar por toda a casa como um complemento sempre charmoso e funcional. As quatro pernas atravessam o assento e afloram na superfície, com uma cunha que risca cada círculo, revelando a paixão do designer pelas madeiras amazônicas e pela marcenaria feita à mão.
Juriti
No banco Juriti de Carlos Motta, a madeira amazônica se impõe robusta. Como um disco largo de borda arredondada, o assento mostra todos os seus tons e veios, simplesmente pousado sobre a base cônica. Ele é o banco mais baixo da Coleção Passaredo da OMAMA mas nunca passa despercebido, com o volume escultural bem assentado no chão. O nome remete a uma pequena pomba de pernas curtas, lembra o designer, que traçou suas linhas inspirado livremente nas formas da natureza.
Carcará
O assento do banco Carcará chega primeiro: de espessura generosa, arredondado por toda a volta, ele mostra a que veio. Do topo ao chão, são três tempos em uma só peça. Carlos Motta desenhou cada componente em separado e soube uni-los com maestria, em uma composição ousada e, ao mesmo tempo, extremamente equilibrada. Produzido em marcenaria artesanal, este banco, assim como toda a Coleção Passaredo da OMAMA, valoriza acima de tudo a nobreza das madeiras amazônicas.
Tangará
Carlos Motta surpreende mais uma vez com Tangará. A base é vazada em círculos, e ali o banco se declara. Os vãos são desenhos antes de tudo: abrem passagem, deixam o chão aparecer sob a madeira e revelam seu volume. Uma coluna única sustenta o assento, o mais largo entre os bancos da Coleção Passaredo da OMAMA, fazendo dele uma peça multiuso, que também pode servir como mesa de apoio nos mais diferentes ambientes. Neste Tangará nos encantamos, curva a curva, com a beleza das madeiras amazônicas e do gesto artesanal.
Sobre a OMAMA
Sediada em Manaus-AM, a OMAMA forma artesãos de comunidades amazônicas dentro de seu próprio programa de capacitação para produzir design autoral com madeiras nativas de origem legal, provenientes de manejo florestal sustentável. Toda a madeira utilizada pela OMAMA segue o Código Florestal Brasileiro e as diretrizes de fiscalização do IBAMA. O manejo sustentável é feito em Novo Aripuanã-AM, município ribeirinho com cerca de 25 mil habitantes e que fica a aproximadamente 700 km de Manaus. A madeira é adquirida junto a uma associação que atualmente reúne cerca de 35 famílias, com investimento direto da OMAMA em infraestrutura, equipamentos e capacitação técnica para qualificar os cortes e apoiar a expansão dos negócios da própria comunidade. Ao capacitar pessoas, oferecer salários justos e respeitar a legislação ambiental, a OMAMA contribui para que a floresta em pé se torne economicamente viável, com produtos, empregos e sistemas de produção que valorizam o território e oferecem caminhos reais para quem vive nela.